Avaliação
A consulta avalia a qualidade da pele, a espessura e o grau de flacidez, além do histórico de saúde e das medicações em uso. É aqui que se decide se o caso pede bioestimulador, preenchimento ou os dois, e em que ordem.
Estímulo à produção de colágeno, em sessões espaçadas.
O bioestimulador não repõe volume: ele estimula o próprio corpo a produzir colágeno. A substância é aplicada sob a pele e provoca uma resposta controlada do organismo, que passa a formar a nova fibra ao longo das semanas seguintes.
É a diferença central em relação ao preenchimento. Ali o volume aparece na hora, porque o produto ocupa o espaço; aqui o que muda é a firmeza e a sustentação da pele, construídas aos poucos pelo próprio tecido.
Por isso o procedimento é feito em sessões espaçadas, e não em uma só: cada aplicação estimula uma etapa, e o intervalo existe para o corpo trabalhar. Quantas sessões e em que intervalo é decidido na avaliação, conforme a região e a resposta de cada pessoa.

A consulta avalia a qualidade da pele, a espessura e o grau de flacidez, além do histórico de saúde e das medicações em uso. É aqui que se decide se o caso pede bioestimulador, preenchimento ou os dois, e em que ordem.
A pele recebe anestésico tópico e a aplicação é feita em leque, cobrindo a área planejada. Você sente pressão e picadas rápidas, não dor. Ao final a região é massageada, e essa massagem é parte do protocolo, não um extra.
Inchaço e sensibilidade são esperados nos primeiros dias, e pequenos hematomas podem aparecer. O que se vê logo depois é o volume do próprio produto e do edema, não o efeito: ele se constrói ao longo de semanas.
O retorno acontece entre trinta e quarenta e cinco dias, quando se avalia a resposta e se define a próxima sessão. O acompanhamento é parte do protocolo, porque o efeito é construído em etapas.
Selecione uma data e um horário livres. A primeira consulta é de avaliação, e a clínica confirma o encaixe por telefone ou WhatsApp.
O preenchimento repõe volume na hora, porque o produto ocupa o espaço. O bioestimulador atua na firmeza e na sustentação da pele, estimulando o próprio corpo a produzir colágeno ao longo das semanas. São indicações diferentes, e às vezes complementares.
O efeito é gradual e costuma ser percebido a partir de seis a oito semanas, acompanhando a formação do colágeno. O que aparece nos primeiros dias é o produto e o edema, não o efeito.
Em geral de duas a três, com intervalo de trinta a quarenta e cinco dias. O número exato depende da região, da qualidade da pele e da resposta individual, e é definido na avaliação.
A pele recebe anestésico tópico antes. A sensação relatada é de pressão e picadas rápidas. Nos dias seguintes há sensibilidade ao toque, que cede.
A massagem distribui o produto de maneira uniforme no tecido e reduz o risco de nódulo. Ela faz parte do protocolo, com tempo e frequência definidos na consulta.
Ficou uma dúvida que não está aqui? Fale com a clínica.
O bioestimulador trabalha com o tempo do seu corpo, em etapas. Agende uma avaliação para saber se é o caminho para a sua pele, e quantas sessões o seu caso pede.
Prefere conversar antes? Chame no WhatsApp.
O bioestimulador de colágeno atua sobre a estrutura da pele, e não sobre o volume de uma região. É um procedimento de resultado gradual, feito em sessões espaçadas, e por isso o planejamento importa mais que a aplicação isolada.
O atendimento é em Goiânia, com a Dra. Yanka Fernandes, cirurgiã-dentista inscrita no CRO-GO sob o número 24402 e especialista em Harmonização Orofacial. A primeira consulta é de avaliação: examina-se a qualidade e a espessura da pele, o histórico de saúde e as medicações em uso, antes de qualquer indicação.