Avaliação
A consulta registra o tom inicial com escala de cor, examina esmalte, gengiva e restaurações existentes e investiga a causa do escurecimento. É o que define a técnica, o número de sessões e, sobretudo, até onde é possível chegar.
Avaliação do esmalte e do tom natural antes de indicar a técnica mais adequada.
Clarear é agir sobre a cor interna do dente, não sobre a superfície. O gel de peróxido atravessa o esmalte e quebra as moléculas de pigmento acumuladas na dentina ao longo dos anos, vindas de café, chá, vinho, refrigerante escuro e cigarro.
É por isso que limpeza e clareamento resolvem coisas diferentes. A limpeza tira a mancha depositada por fora e devolve o dente ao tom que ele tem hoje; o clareamento muda esse tom. Na prática vêm nessa ordem: limpa primeiro, clareia depois.
Nem todo escurecimento responde ao gel. Mancha por medicação, dente sem vitalidade e restauração antiga seguem a própria cor, e o resultado depende de reconhecer isso na avaliação, não no meio do tratamento.

A consulta registra o tom inicial com escala de cor, examina esmalte, gengiva e restaurações existentes e investiga a causa do escurecimento. É o que define a técnica, o número de sessões e, sobretudo, até onde é possível chegar.
A gengiva recebe uma barreira protetora e o gel de peróxido é aplicado sobre o esmalte, onde age por tempo cronometrado. No clareamento caseiro supervisionado, a moldeira é feita sob medida e o gel é usado em casa, no tempo prescrito.
Não há afastamento. Sensibilidade ao frio é o efeito mais comum e costuma durar de 24 a 48 horas, controlada com dessensibilizante. Nesse período o dente está mais permeável, e é por isso que a dieta sem corantes importa.
O retorno confere o tom alcançado com a mesma escala usada no início e avalia a sensibilidade. É nele que se decide se cabe outra sessão e em quanto tempo fazer a manutenção, que depende muito mais do hábito que do procedimento.
Não, quando há indicação e supervisão. O gel age sobre o pigmento, não sobre a estrutura do dente. O risco vem do uso sem avaliação: produto de origem duvidosa, concentração errada ou aplicação sobre cárie e gengiva inflamada.
De um a três anos, e quem decide é o hábito. Quem consome café, chá e vinho com frequência, ou fuma, volta a escurecer mais rápido e faz manutenção mais cedo.
Não. Resina, coroa e faceta mantêm a cor com que foram feitas. É por isso que o clareamento vem antes: primeiro se define o tom do dente, depois se troca a restauração para acompanhá-lo.
É o efeito mais comum, em geral ao frio, e costuma passar em até 48 horas. A avaliação prévia identifica quem tende a sentir mais, e nesses casos o protocolo é ajustado com dessensibilizante.
Não há melhor, há indicação. O de consultório é mais rápido e supervisionado; o caseiro com moldeira sob medida é gradual e costuma dar menos sensibilidade. A escolha sai da avaliação, e as duas técnicas podem se combinar.
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Clareamento é procedimento odontológico, não cosmético: depende da avaliação do esmalte, da gengiva e das restaurações existentes antes da primeira aplicação. O que define o resultado é a causa do escurecimento, e ela nem sempre responde ao gel.
O atendimento é em Goiânia, com a Dra. Yanka Fernandes, cirurgiã-dentista inscrita no CRO-GO sob o número 24402. A consulta registra o tom inicial com escala de cor, indica a técnica adequada ao caso e trata o que precisa vir antes, como limpeza e restaurações.
Clarear bem começa por saber o que causou o escurecimento e até onde dá para ir. Agende uma avaliação, registre seu tom atual e receba a indicação de técnica para o seu caso.
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