Avaliação
O exame localiza a lesão, mede quanto de estrutura restou e verifica se a polpa foi atingida. A radiografia entra quando a cárie está entre os dentes ou sob restauração antiga. É o que separa um caso de restauração de um caso de canal.
Reparo de dentes afetados por cárie ou fratura, com material adesivo.
Restaurar é devolver ao dente a parte que ele perdeu. Cárie e fratura removem estrutura, e o que entra no lugar é resina composta: um material adesivo aplicado em camadas, que adere ao próprio dente e é escolhido na cor do esmalte ao redor.
A cor é definida antes de qualquer desgaste, com o dente ainda hidratado, porque é assim que ele mostra o tom real. Resina bem escolhida desaparece na arcada; escolhida no fim do procedimento, com o dente ressecado, tende a ficar visível.
Nem toda restauração antiga precisa ser trocada. Borda escurecida nem sempre significa infiltração, e trocar por precaução remove estrutura sadia a cada vez. Quem decide é o exame, com radiografia quando a lesão está onde o olho não alcança.

O exame localiza a lesão, mede quanto de estrutura restou e verifica se a polpa foi atingida. A radiografia entra quando a cárie está entre os dentes ou sob restauração antiga. É o que separa um caso de restauração de um caso de canal.
A anestesia local elimina a dor durante o procedimento, e é usada sempre que a cavidade é profunda. Cárie pequena, restrita ao esmalte, muitas vezes é restaurada sem anestesia nenhuma.
Restaurar é devolver ao dente a estrutura que ele perdeu, com resina escolhida na cor do esmalte. O que muda o resultado vem antes do material: o diagnóstico correto da extensão da lesão e a escolha da cor com o dente ainda hidratado.
O atendimento é em Goiânia, com a Dra. Yanka Fernandes, cirurgiã-dentista inscrita no CRO-GO sob o número 24402. A consulta examina o dente, define se a restauração resolve e identifica o que causou a lesão, porque sem isso ela volta.
A cor é escolhida com o dente hidratado, antes de tudo. Vêm então a anestesia, quando necessária, o isolamento da região e a remoção do tecido cariado. A resina é aplicada em camadas, cada uma endurecida com luz, e o acabamento ajusta forma, brilho e mordida.
Você sai mastigando assim que a anestesia passa, o que leva de duas a três horas. Sensibilidade ao frio por alguns dias é comum quando a cavidade era profunda, e tende a diminuir sozinha.
O dente restaurado entra na sua rotina de revisão. No retorno se confere a mordida, a borda da restauração e o que causou a lesão: sem mudar a causa, a cárie volta ao lado da resina nova.
Depende do tamanho, da região e sobretudo do hábito: quem range os dentes ou não controla a placa precisa trocar mais cedo. A revisão semestral existe para acompanhar isso e agir antes da infiltração.
É o objetivo. A cor é escolhida antes do procedimento, com o dente hidratado, e a resina é aplicada em camadas para reproduzir o esmalte. Dentes muito escurecidos podem pedir uma conversa sobre clareamento antes.
Não por serem antigas. Troca-se quando há infiltração, fratura, borda descolada ou cárie ao redor. Trocar por precaução remove estrutura sadia a cada vez, e é justamente o que se evita.
Pode, assim que a anestesia passar. A resina endurece com luz durante o próprio procedimento, então não há espera pelo material. O único cuidado é com alimentos que mancham nas primeiras 48 horas.
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Quanto mais cedo a lesão é tratada, menos estrutura o dente perde. Agende uma avaliação e saiba o que precisa de restauração agora e o que só precisa de acompanhamento.
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